30/03/2012

"Espero pela minha vez 
e a vida lá se vai e não sei porque nasci
sempre perguntei porquê 
mas ninguém me respondeu e tudo ficou assim" 






Convido-vos a ver e sentir esta música !

27/03/2012

WORK in progress

Como ficou combinado na última aula, o calendário vai ser de novo ajustado ao progresso dos nossos trabalhos. Assim, no próximo encontro, dia 12 de Abril, vamos prosseguir a análise do ensaio com o qual temos vindo a trabalhar, desta feita para estudar: 
i) as estratégias coesivas, nomeadamente os elos (a que convencionámos chamar) "formais" que unem os diversos parágrafos e as frases entre si;
ii) as citações (diretas e indiretas) e os diversos modos como são introduzidas no texto;
iii) a estruturação do texto, em particular, as articulações lógicas entre as ideias expressas
Por favor, juntem às vossas amêndoas de Páscoa estas fotocópias (quem não esteve presente, entre em contacto com os colegas, ou vá à Biblioteca da FLUL), de modo a termos já uma base de trabalho a partir da qual avançar.

As apresentações orais dos esquemas do trabalho final (em que também deverão investir, enquanto comem os vossos ovos de Páscoa, claro) avançarão uma aula. Optei ainda por juntar três apresentações por sessão, o que altera algumas das datas. De momento, a nossa planificação não tem muita folga para mais ajustes, pelo que sugiro que consultem o post relativo à calendarização, que já está atualizado, para ficarem a par destas alterações.
Vão colocando aqui no blogue ideias para começarmos a desenvolver um diálogo frutífero (!). Lembrem-se de que terão de postar o vosso esquema (pelo menos um dia) antes da apresentação oral na sala de aula. 

Bibl. Almeida, Diana. "Helena Almeida em Diálogo com Luiza Neto Jorge, para se Escrever".  Ana Daniela Coelho e José Duarte, org. A Jangada de Ulisses, 87-97. Lisboa: ULICES/CEAUL, 2011.

25/03/2012

Kery James

Já agora, e por falar em videoclipes, aproveito para partilhar convosco aquele que, na minha opinião, é um dos videoclipes visualmente mais conseguidos dos últimos anos. A musica é francesa, daí que talvez seja mais complicado entenderem a letra. Chama-se "Lettre à la République" - Carta à Republica - e fala sobre a discriminação dos árabes e dos africanos em França. Para quem quiser ver
Tiago

Kery James - Lettre à la République


Possível videoclipe para apresentar na aula

Caros Professora e Colegas,


esta será possivelmente a música e videoclipe que eu vou analisar para o trabalho final. O videoclipe não é da música toda, apenas da segunda parte (R.A. the Rugged Man), por isso vou publicar a música com a letra e também o videoclipe. 
 Os cantores sao o Vinnie Paz - do colectivo Jedi Mind Tricks - e o R.A. the Rugged Man, que são "rappers" que fogem ao "mainstream" do hiphop americano, no sentido em que as suas músicas têm uma componente política muito acentuada. A música que vou publicar fala sobre a experiência de um soldado americano na guerra do Vietname, e tem um cariz muito pessoal pois o soldado em questão é o pai de um dos cantores, sendo portanto uma história verdadeira.
 Aceitam-se sugestões, comentários e conselhos pois não sei muito bem como abordar a música no âmbito do trabalho final. =)
P.S. - aconselho a que oiçam primeiro a música com a letra (segundo link) para que vejam o videoclipe com outros olhos...

Tiago
http://www.youtube.com/watch?v=7r0KpWMNxnM

22/03/2012

IMAGINE

Criatividade como método de descoberta científico. Vejam esta espantosa intervenção nas TED Talks, Adam Savage, "How Simple Ideas Lead to Scientific Discoveries"

17/03/2012

"L compõe toda a música (de kicks, snares, bass, tarola a coro) apenas com a voz!"




http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qOEeGd09j0E


Para quem gostar: http://movimentofantasma.wordpress.com/

TEORIA de TUDO

Já referi várias vezes nas aulas esta incrível palestra de um dos físicos de ponta da atualidade, que representa a vigência do pensamento livre (de instituições e amarras académicas) e a possibilidade de escolher um estilo de vida alternativo trabalhando para a evolução/mudança do conhecimento científico. Espreitem Garrett Lisi, nas TED Talks, falar sobre

                            A Theory of Everything

15/03/2012

RILKE: Cartas a um jovem poeta

"Paris, 17 de Fevereiro de 1903
 
Prezadíssimo Senhor,
Sua carta alcançou-me apenas há poucos dias. Quero agradecer-lhe a grande e amável confiança. Pouco mais posso fazer. Não posso entrar em considerações acerca da feição de seus versos, pois sou alheio a toda e qualquer intenção crítica. Não há nada menos apropriado para tocar numa obra de arte do que palavras de crítica, que sempre resultam em mal entendidos mais ou menos felizes. As coisas estão longe de ser todas tão tangíveis e dizíveis quanto se nos pretenderia fazer crer; a maior parte dos acontecimentos é inexprimível e ocorre num espaço que nenhuma palavra nunca pisou. Menos suscetíveis de expressão do que qualquer outra coisa são as obras de arte — seres misteriosos cuja vida perdura, ao lado da nossa, efêmera.
Depois de feito este reparo, dir-lhe-ei ainda que seus versos não possuem feição própria, somente acenos discretos e velados de personalidade. É o que sinto com maior clareza no último poema, "Minha Alma". Aí, algo de peculiar procura expressão e forma. No belo poema "A Leopardi" talvez uma espécie de parentesco com esse grande solitário esteja apontando. No entanto, as poesias nada têm ainda de próprio e de independente, nem mesmo a última, nem mesmo a dirigida a Leopardi. Sua amável carta que as acompanha não deixou de me explicar certa insuficiência que senti ao ler seus versos, sem que a pudesse definir explicitamente. Pergunta se os seus versos são bons. Pergunta-o a mim, depois de o ter perguntado a outras pessoas. Manda-os a periódicos, compara-os com outras poesias e inquieta-se quando suas tentativas são recusadas por um ou outro redator. Pois bem — usando da licença que me deu de aconselhá-lo — peço-lhe que deixe tudo isso. O senhor está olhando para fora, e é justamente o que menos deveria fazer neste momento. Ninguém o pode aconselhar ou ajudar — ninguém. Não há senão um caminho. Procure entrar em si mesmo. Investigue o motivo que o manda escrever; examine se estende suas raízes pelos recantos mais profundos de sua alma; confesse a si mesmo: morreria, se lhe fosse vedado escrever? Isto acima de tudo: pergunte a si mesmo na hora mais tranqüila de sua noite: "Sou mesmo forçado a escrever?" Escave dentro de si uma resposta profunda. Se for afirmativa, se puder contestar àquela pergunta severa por um forte e simples "sou", então construa a sua vida de acordo com esta necessidade. Sua vida, até em sua hora mais indiferente e anódina, deverá tornar-se o sinal e o testemunho de tal pressão. Aproxime-se então da natureza. Depois procure, como se fosse o primeiro homem, dizer o que vê, vive, ama e perde. Não escreva poesias de amor. Evite de início as formas usuais e demasiado comuns: são essas as mais difíceis, pois precisa-se de uma força grande e amadurecida para se produzir algo de pessoal num domínio em que sobram tradições boas, algumas brilhantes. Eis por que deve fugir dos motivos gerais para aqueles que a sua própria existência cotidiana lhe oferece; relate tudo isso com íntima e humilde sinceridade. Utilize, para se exprimir, as coisas de seu ambiente, as imagens de seus sonhos e os objetos de suas lembranças. Se a própria existência cotidiana lhe parecer pobre, não a acuse. Acuse-se a si mesmo, diga consigo que não é bastante poeta para extrair as suas riquezas. Para o criador, com efeito, não há pobreza nem lugar mesquinho e indiferente. Mesmo que se encontrasse numa prisão, cujas paredes impedissem todos os ruídos do mundo de chegar aos seus ouvidos, não lhe ficaria sempre sua infância, essa esplêndida e régia riqueza, esse tesouro de recordações? Volte a atenção para ela. Procure soerguer as sensações submersas desse longínquo passado: sua personalidade há-de reforçar-se, sua solidão há-de alargar-se e transformar-se numa habitação entre lusco e fusco diante da qual o ruído dos outros passa longe, sem nela penetrar. Se depois desta volta para dentro, deste ensimesmar-se, brotarem versos, não mais pensará em perguntar seja a quem for se são bons. Nem tão pouco tentará interessar as revistas por esses seus trabalhos, pois há-de ver neles sua querida propriedade natural, um pedaço e uma voz de sua vida. Uma obra de arte é boa quando nasceu por necessidade. Neste caráter de origem está o seu critério — o único existente. Também, meu prezado senhor, não lhe posso dar outro conselho fora deste: entrar em si e examinar as profundidades de onde jorra a sua vida; na fonte desta é que encontrará a resposta à questão de saber se deve criar. Aceite-a tal como se lhe apresentar à primeira vista sem procurar interpretá-la. Talvez venha significar que o senhor é chamado a ser um artista. Nesse caso aceite o destino e carregue-o com seu peso e sua grandeza, sem nunca se preocupar com recompensa que possa vir de fora. O criador, com efeito, deve ser um mundo para si mesmo e encontrar tudo em si e nessa natureza a que se aliou.
Mas talvez se dê o caso de, após essa descida em si mesmo e em seu âmago solitário, ter o senhor de renunciar a se tornar poeta.
(Basta, como já disse, sentir que se poderia viver sem escrever para não mais se ter o direito de fazê-lo). Mesmo assim, o exame de consciência que lhe peço não terá sido inútil. Sua vida, a partir desse momento, há-de encontrar caminhos próprios. Que sejam bons, ricos e largos é o que lhe desejo, muito mais do que lhe posso exprimir.
Que mais lhe devo dizer? Parece-me que tudo foi acentuado segundo convinha. Afinal de contas, queria apenas sugerir-lhe que se deixasse chegar com discrição e gravidade ao termo de sua evolução. Nada a poderia perturbar mais do que olhar para fora e aguardar de fora respostas a perguntas a que talvez somente seu sentimento mais íntimo possa responder na hora mais silenciosa.
Foi com alegria que encontrei em sua carta o nome do professor Hoaracek; guardo por esse amável sábio uma grande estima e uma gratidão que desafia os anos. Fale-lhe, por favor, neste sentimento. É bondade dele lembrar-se ainda de mim; e eu sei apreciá-la.
Restituo-lhe ao mesmo tempo os versos que me veio confiar amigavelmente. Agradeço-lhe mais uma vez a grandeza e a cordialidade de sua confiança. Procurei por meio desta resposta sincera, feita o melhor que pude, tornar-me um pouco mais digno dela do que realmente sou, em minha qualidade de estranho.
 
Com todo o devotamento e toda a simpatia,  
Rainer Maria Rilke"

 
(Esta "Primeira Carta" do livro Cartas a um jovem poeta foi traduzida por Paulo Rónai)

INSpiração

Há pequenas inspirações que nos podem salvar a vida, sejam um livro, um quadro, um sorriso ou uma canção. Partilho o clássico R&B-dance Last Night the DJ Saved My Life

13/03/2012

Alterações calendário

Atenção, conforme anunciado na última aula, haverá ligeiras alterações na calendarização proposta, adaptando-a ao decorrer dos nossos trabalhos. Agradeço que consultem o post relativo ao Calendário para confirmar as datas da primeira apresentação oral (esquema do trabalho de pesquisa).

09/03/2012

Joyce Carol Oates sobre a escrita

Esta é a entrevista da Joyce Carol Oates da qual foi retirado o excerto por nós analisado na aula. Se tiverem curiosidade, leiam a versão completa no site da Paris Review (o link está no nome da autora).

Flaubert

Para quem gosta de ler no ecrã, sugiro a Madame Bovary, disponível no Projeto Gutenberg

a Bíblia em versão cantada

Reparem como a Bíblia é, de facto, uma matriz intertextual paradigmática na cultura ocidental. Oiçam os Da Weasel a cantar "No Princípio Era o Verbo"

08/03/2012

o VERBO

1 No princípio, criou Deus os céus e a terra.
2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus movia-se sobre as águas.
3 E disse Deus: Haja luz. E houve luz.
4 E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã: o dia primeiro. 



Génesis: I, 1-5

1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 Ele estava no princípio com Deus.

3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;

5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.


Evangelho segundo S. João: I, 1-5. 

Reparem que estes textos são equivalentes, referindo-se ambos à palavra mágica de Deus, na sua função criadora (ou criativa, fazendo ligação com o texto por nós analisado na aula).

RUMI

In your light I learn how to love.
In your beauty, how to make poems.

You dance inside my chest,
where no one sees you,

but sometimes I do,
and that sight becomes this art.

 Rumi, Selected Poems. Translated by Coleman Banks. London: Penguin, 2004, 122.

"Tu, Místico"

Aqui está como prometido o Poema. :)
Tu, Místico, Vês uma Significação em Todas as CousasTu, místico, vês uma significação em todas as cousas. 
Para ti tudo tem um sentido velado. 
Há uma cousa oculta em cada cousa que vês. 
O que vês, vê-lo sempre para veres outra cousa. 

Para mim, graças a ter olhos só para ver, 
Eu vejo ausência de significação em todas as cousas; 
Vejo-o e amo-me, porque ser uma cousa é não significar nada. 
Ser uma cousa é não ser susceptível de interpretação. 

Alberto Caeiro
Eunice Tiago

Ciclo de Conferências Doutorais ISCTE

(R)Evolucionar Portugal / Programa

Programa

Quinta, 15 Março

08h15 – Recepção dos participantes
08h45 – Abertura
08h50 – “Construindo uma sociedade saudável” (Nuno Donato)
Painel 1 – Democracia e Participação Cívica
09h10 – “Existe uma falta generalizada de participação cívica em Portugal?” (Artur Silva)
09h30 – “O renascer da cidadania” (Álvaro Fonseca)
09h50 – “Movimento Manifesto: 1 ano em movimento” (Marco Abreu)
10h10 – “Cidadania inclusiva: o elo que falta” (Filipa Pimentel)
10h30 – Discussão do painel
11h00 – Coffee-break
Painel 2 – Iniciativas Locais
11h30 – “Repensar a resiliência urbana: o movimento de transição e algumas experiências na Iniciativa de Transição em Telheiras” (Filipe Matos e Luís Pereira)
11h50 – (a definir )
12h10 – “Projecto Believe” (Andresa Salgueiro)
12h30 – Discussão do painel
13h00 – Almoço livre
14h10 - Sessão de posters
Painel 3 – Educação
14h40 – “Uma panconsciência para o Terceiro Milénio” (Paulo Borges)
15h00 – “Educating balance in an accelerating world” (Didi Ananda Devapriya)
15h20 – “A Pedagogia Waldorf: um caminho para edificar o Homem” (Leonor Malik)
15h40 – “Escola da Ponte” (Pedro Monteiro e José Silva)
16h00 – Discussão do painel
16h30 – Coffee-break
Painel 4 – Valores e Cidadina
17h00 – “Portugal dando um novo mundo aos mundos” (Liliana Domingues e Pete Hampton)
17h20 – “Ponte entre gerações” (Maria Silvestre)
17h40 – “Resiliência, sustentabilidade e qualidade de vida urbana” (Carlos Gonçalves)
18h00 – “Desenvolvimento pessoal e evolução colectiva… consciente” (Gil Penha-Lopes e Ivo Banaco)
18h20 – Discussão do painel
19h00 – Encerramento 

Sexta, 16 Março

Painel 5 – Sócio-Economia
09h10 – “Economia da Felicidade: do passado para o futuro, uma força transformadora” (Gabriel Leite Mota)
09h30 – “Trocal de Lisboa – uma experiência low-cost para uma economia comunitária” (José Castro)
09h50 – “Introdução ao modelo económico baseado em recursos” (Nuno Corte-Real)
10h10 – (a definir)
10h30 - Discussão do painel
11h00 - Coffee-break
Painel 6 – Ambiente e Comunidades
11h30 – “Prout e ambiente” (Pedro Adão)
11h50 – “Aldeias sustentáveis” (André Vizinho)
12h10 – “Paisagem de retenção de água” (Mena Vieira)
12h30 - Discussão do painel
13h00 - Almoço livre
14h10 - Sessão de posters
Painel 7 – Cooperativismo
14h40 – “Existem alternativas! O modelo cooperativo como solução para o século XXI?” (Filipe Alves)
15h00 – “Cooperativas e a economia local” (Francisco Dinis)
15h20 – “Economic democracy in vision and action” (Dada Maheshvarananda)
15h40 – “Cooperar para um mundo melhor!” (Marta Pita, Patrícia Gomes, Carla Espada e Carla Silva)
16h00 - Discussão do painel
16h30 - Coffee-break
Painel 8 – Um Novo Mundo É Possível

07/03/2012

TEAtro no Bairro

TISANAS - ANTÍDOTO CONTRA O CINZENTO DOS DIAS 

Texto – Ana Hatherly

Encenação e Adaptação – António Pires

Quarta a Sábado . 21.00 . Domingo . 17.30 . 12,5€ . 7,5€
RLuz Soriano . 63 . Bairro Alto . tel. 21 347 33 58

Workshop Escrita para Teatro

O Teatro do Silêncio promove a 3ª edição do Outras Escritas Para Teatro. Este workshop de criação artística tem como objectivo fornecer metodologias para a criação de espectáculos que não partam de uma peça de teatro.



O workshop destina-se a todos os interessados em criar espectáculos a partir de pontos de partida originais independentemente da sua área profissional e/ou académica e terá a duração de sete dias sendo cada dia dedicado a um tema específico. Dia 1: memória Dia 2: fotografia Dia 3: objectos Dia 4: rua Dia 5: corpo Dia 6: espaço Dia 7: intimidade. No final do workshop haverá uma apresentação pública dos resultados obtidos ao longo dos sete dias de trabalho.



Todas as sessões terão lugar no Lavadouro Público de Carnide e serão ministradas por Maria Gil (encenadora) Pedro Silva (cenógrafo) e Isaac Pereira (fotógrafo) contando ainda com o apoio à produção de Tânia Rodrigo.



De 19 a 25 de Março de 2012

Segunda a sexta das 20h às 24h (Pós-laboral)

Sábado a domingo das 14 às 24h | Apresentação Pública 25 de Março às 21h



Inscrição: 30€ (limitada a 15 participantes)

Data Limite: 12 de Março



+ Info. e inscrições:


tel. 91 463 26 75 – Tânia Rodrigo (produção)

Nº páginas TRABALHOS

Resumo — 2 páginas (máximo)
Ensaio — entre 4 (mínimo) a 6 páginas (máximo)

Os textos deverão ser elaborados em Times New Roman tamanho 12, com margens padrão e espaçamento de duas linhas, seguindo o estilo MLA.

Novas datas candidatura estágio

Atenção, houve um alargamento do prazo para apresentar as candidaturas ao estágio entretanto aberto (vejam o post anterior relativamente a este assunto)
entre 7 e 12 Março no SOIP

05/03/2012










http://www.youtube.com/watch?v=1pSyYhRYeIM
A melhor música alguma vez feita.
Um simples clique
Perdi-me e vocês?

http://luisbelo.com/



Windows and Curtains - At Freddy's House from luis belo on Vimeo.

Estágio WALL STREET Institute

- Local de entrega de candidaturas  SOIP (dentro do horário de atendimento)

- Documentos a entregar: Formulário de candidatura; Curriculum Vitae (de preferência, modelo Europass) com fotografia.
Para evitar demoras, não será solicitado o certificado de disciplinas realizadas. Após a recepção das candidaturas, retiraremos do SIGES os históricos de cadeiras realizadas.

                               até     09 de Março (6ª feira) a confirmar
Rute Agostinho

Serviço de Orientação e Integração Profissional (SOIP)
Horário de Atendimento:
2.ª f e 6.ª f das 10h às 13h | 3.ª f e 5.ª f das 10h às 13h e das 14h às 16h

04/03/2012

MECENATO CULTURAL

Neste livro consta a análise de 1500 processos de candidatura a apoio mecenático e de um inquérito a empresas que, em Portugal, já prestaram ou continuam a prestar aquele tipo de apoio. 

Caso queiram saber ainda mais, recomendo um curso que se realizará no mês de Abril em regime pós-laboral por apenas 55€! 

Serão 15 horas (5 sessões)


Curso:
Financiamento de Projectos Culturais através de Patrocínio, Mecenato e Crowdfunding





EU VOU!!!

Maria Amorim

http://www.youtube.com/watch?v=tldkw2RjSWw&feature=player_embedded
Um bom documentário sobre o efeito sombra, teorizado por Carl Jung, que nos pode ajudar a compreender melhor a nossa própria forma de ser, e a aceitar as nossas experiências por mais negativas que possam ser, de forma a controlar melhor aquilo que queremos para o nosso futuro.


É um convite

Ao realizar a minha pesquisa sobre Jacques Rancière, deparei-me com 3 artigos que me enriqueceram a vários níveis.
Aqui ficam os links: 



1.
 
http://ipsilon.publico.pt/livros/texto.aspx?id=269272


2. http://www.telerama.fr/idees/le-philosophe-jacques-ranciere-la-parole-n-est-pas-plus-morale-que-les-images,36909.php


3. http://www.philomag.com/article,entretien,jacques-ranciere-il-n-y-a-jamais-eu-besoin-d-expliquer-a-un-travailleur-ce-qu-est-l-exploitation,375.php

01/03/2012

"Conhecer para intervir: Insucesso e Abandono Escolar no Ensino Superior: o Caso da UL", que se realizam no dia 9 de Março, entre as 9.30 e as 17.30 horas na Reitoria (Salão Nobre).
Atendendo à importância do tema em discussão, peço-lhe ainda que divulgue, na sua Unidade Orgânica, o evento.
Segue em anexo o folheto e o cartaz de divulgação com o programa. Os participantes devem registar-se online: http://qualidade.campus.ul.pt/insucesso_abandono

Era interessante falarmos deste tema nas aulas pois cada vez se torma mais relevante nos dias de hoje.
Estava a ver aqui a minha biblioteca digital, e vi um livro de poesia de um autor português que julgo não ser muito conhecido, mas que tem alguns poemas fantásticos. O nome dele é Camilo Pessanha e o seguinte link é para o livro "Clepsidra" que ele escreveu. http://goo.gl/UDhPw

Espero que gostem :)

the best of

sou fã de street art e, em particular, do dalaiama que parece ter o dom da ubiquidade :)
reparem que até numa das paredes da FLUL ele tem um grafiti